INPE e Spaceflight assinam contrato para lançar o Amazonia-1

Photo: Spaceflight / INPE

Ricardo Galvão, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e a vice-presidente de Desenvolvimento de Negócio da Spaceflight, Melissa Wuerl, assinaram nesta terça-feira (18/12) o contrato para o lançamento do satélite Amazonia-1. Para o País, significa colocar em órbita o primeiro satélite para Observação da Terra integralmente projetado, montado e testado no Brasil.

A cerimônia de assinatura do contrato aconteceu na sede do INPE, em São José dos Campos (SP), com a participação do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, e dos coordenadores de Engenharia e Tecnologia Espacial, Marco Antonio Chamon, e da Plataforma Multimissão/Satélite Amazonia, Adenilson Roberto da Silva, entre outros gestores do Instituto.

O trabalho com o INPE é um marco para a Spaceflight, pois o Amazonia-1 representa o maior satélite já lançado pela empresa norte-americana, que venceu uma concorrência internacional para a prestação dos serviços.

O contrato com a Spaceflight prevê a utilização do PSLV (Polar Satellite Launch Vehicle), foguete produzido pela ISRO (Indian Space Research Organization). O lançamento será em 2020 a partir de uma base localizada na Índia.

Sobre Amazonia-1: www.inpe.br/amazonia-1

Sobre Spaceflight: http://spaceflight.com/

Sobre INPE: http://www.inpe.br/

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Boas Festas e Próspero Ano Novo!

Agradecemos sua parceria em 2018 certos de contribuir novamente para seu sucesso no próximo ano.

Nossos melhores votos de Paz, Felicidade,  Saúde e Prosperidade para você e sua família.

Estaremos em recesso de 24/12/18 a 01/01/19 retornando no dia 02/01/2019.

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PRESS RELEASE - Marinha batiza e lança ao mar o submarino Riachuelo, o primeiro do PROSUB

Foto e texto: MARINHA DO BRASIL – CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA

Hoje a Marinha do Brasil lança ao mar o Submarino “Riachuelo”, o primeiro de uma série de quatro submarinos convencionais e um com propulsão nuclear que estão sendo construídos pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB). A cerimônia contará com a presença do Presidente da República.

O marco desta nova fase do PROSUB acontecerá no Complexo Naval de Itaguaí, quando o “Riachuelo” estará pronto para iniciar os testes de porto, nos quais serão avaliadas a estanqueidade, a flutuabilidade e o equilíbrio do navio. Após todos os testes, que durarão cerca de dois anos, incluindo testes de mar, o submarino será finalmente incorporado à Força de Submarinos, subordinada ao Comando-em-Chefe da Esquadra brasileira.

O PROSUB prevê, além da construção concomitante dos quatro submarinos convencionais, o projeto e a construção do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear e a infraestrutura necessária à construção, operação e manutenção de ambos os modelos, composta por uma unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas, um estaleiro de construção e outro de manutenção, a Base Naval, além de estruturas complementares.

A concretização do Programa vai dotar o Brasil com tecnologia de ponta, fortalecendo diversos setores industriais de importância estratégica para o desenvolvimento econômico do País e fomentando a capacitação de profissionais em atividades altamente especializadas. Priorizando a aquisição de componentes fabricados no Brasil para os submarinos, o PROSUB é um forte incentivo à base industrial de defesa, que engloba os setores de eletrônica, mecânica (fina e pesada), eletromecânica, química e da Indústria Naval Brasileira. Neste contexto, o PROSUB está  gerando milhares de empregos diretos e indiretos.

Saiba mais:

Com dimensões continentais de 8,5 mil quilômetros de costa, o Brasil tem o mar como uma forte referência em todo o seu desenvolvimento, sendo fonte de riquezas minerais, energia e alimentos. É nessa área marítima que os brasileiros desenvolvem as atividades pesqueiras, o comércio exterior e a exploração de recursos biológicos e minerais. O mar é o caminho de 95% de nossas exportações e importações e guarda cerca de 90% do petróleo nacional. A imensa riqueza das águas, do leito e do subsolo marinho nesse território justifica seu nome: Amazônia Azul.

A Amazônia Azul cobre uma área de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. O Brasil pleiteia na Organização das Nações Unidas (ONU) a ampliação dessas fronteiras para os limites da Plataforma Continental, o que deve elevar a área marítima para cerca de 4,5 milhões de quilômetros quadrados – o equivalente à metade do território terrestre brasileiro.

Para proteger esse patrimônio natural e garantir a soberania brasileira no mar, a Marinha do Brasil investe na expansão da força naval e no desenvolvimento da indústria da defesa. Parte essencial desse investimento é o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB). A Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, estabeleceu que o Brasil tivesse “força naval de envergadura”, incluindo submarinos com propulsão nuclear. Neste mesmo ano, foi firmado um acordo de transferência de tecnologia entre Brasil e França. O Programa viabiliza a produção de quatro submarinos convencionais e culminará na fabricação do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear, previsto para estar pronto em 2029.

Apenas seis países no mundo constroem e operam submarinos com propulsão nuclear – Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, França, China e Índia. Destes, o único que concordou em transferir tecnologia ao nível requerido e capacitar os brasileiros a projetar e construir submarinos foi a França.

No que se refere especificamente à área nuclear, no entanto, não há troca de conhecimentos. Toda a tecnologia nuclear para o PROSUB está sendo desenvolvida no Brasil, por meio do Programa Nuclear da Marinha (PNM), nas instalações do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

Além dos cinco submarinos, o PROSUB contempla a construção de infraestrutura industrial e de apoio à operação dos submarinos, que engloba os Estaleiros, a Base Naval e a Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), no Município de Itaguaí.

No dia 20 de fevereiro, teveinício a montagem final do “Riachuelo”, o primeiro dos submarinos convencionais do programa a ter unidas todas as seções que formam o casco e os múltiplos sistemas já instalados em cada uma delas. Esta fase, de elevada sofisticação tecnológica, foi a última, antes do lançamento do submarino ao mar.

Um dos aspectos mais notáveis do Programa diz respeito ao arrasto tecnológico a ser vivido pelo País, em função da transferência de tecnologia, que garantirá ao Brasil a capacidade de projetar, construir, operar e manter seus próprios submarinos convencionais e com propulsão nuclear. A participação das universidades, dos institutos de pesquisas e da indústria nacional na execução das atividades do PROSUB assegura a disseminação do conhecimento no País.

As principais tecnologias envolvidas no PROSUB tem utilização dual, podendo ser usadas em outras áreas da indústria. Merecem destaque: o projeto e construção de uma infraestrutura industrial
de construção naval moderna; o complexo projeto do Submarino com Propulsão Nuclear, que envolve diversas áreas de engenharia; técnicas modernas de construção naval; desenvolvimento de sistemas de controle integrado; nacionalização de equipamentos e sistemas; desenvolvimento de laboratórios de ensaios e testes para diversas aplicações; projeto e construção de uma planta de propulsão nuclear; integração de sistemas; definição de novas regras para licenciamento nuclear e aprimoramento de processos e ferramentas de gestão de projetos complexos.

Para mais informações, acesse http://www.mar.mil.br/hotsites/riachuelo/index.html

Contato:
Departamento de Imprensa
Centro de Comunicação Social da Marinha
Telefones: (61) 3429-1293 / 99238-9790
Email: imprensa@marinha.mil.br

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Grupo Akaer e Troya se unem para formar o mais completo fornecedor de ferramental brasileiro

O Grupo Akaer, formado por empresas de desenvolvimento e integração de tecnologias, adquiriu participação acionária na Troya, um dos mais importantes fornecedores de ferramental e plataformas da Embraer, passando a ser o controlador da empresa.

As empresas possuem capacidades complementares tanto nas áreas técnicas como nas áreas de gestão e comercial, o que deve ampliar a capacidade de atuação da Troya para projetos maiores e mais complexos como linhas de montagem completas (equipamento, processo e automação) para grandes segmentos como asa, cabine e fuselagem.

Além disso, a Troya contribuirá de forma significativa para um dos mais importantes projetos de P&D de Ferramental Flexível do país, que está sendo desenvolvido pela Akaer através no Inova Aerodefesa da FINEP.

Os dois locais de operação da Troya serão relocados para a moderna sede da Akaer em São José dos Campos, ocupando inicialmente uma área de 1.200m2 e com possibilidade de expansão.

“Esse investimento é mais um importante passo para a concretização da nossa visão empresarial de nos tornarmos fornecedores de 1º nível na cadeia de serviços e produtos tecnológicos no setor de Aeroespaço & Defesa”, disse Cesar Augusto T. Andrade e Silva, presidente e CEO da Akaer.

“Essa nova fase junto à Akaer é um marco na história da Troya e também no mercado aeronáutico brasileiro, que pode agora contar com um grande fornecedor nacional de ferramental”, disse Francílio Graciano, presidente e fundador da Troya.

Sobre o Grupo Akaer

O Grupo Akaer, fundado em 1992, é especializado no fornecimento de soluções tecnológicas em diferentes áreas de atuação como aeroespacial, defesa, energia e automotiva. Com mais de 350 funcionários altamente capacitados, tem atuado no desenvolvimento em projetos estratégicos para o Brasil como o Gripen, KC-390, além de câmeras para satélites.

Sobre a Troya

A Troya é um dos principais fornecedores de ferramental e plataformas para o mercado aeronáutico. Fundada em 2008, a empresa conta com mais de 40 funcionários dedicados ao projeto, desenvolvimento e fabricação de ferramental. Em 2017, recebeu prêmio de melhor fornecedor de ferramental da Embraer.

 

Para mais informações, por favor entre em contato com:

Rossi Comunicação

Valéria Rossi +55 11 9348-8562 valeriarossi@rossicomunicacao.com.br

Karen Gobbatto +55 11 3262-0884 karengobbatto@rossicomunicacao.com.br

Denise Kelen +55 12 9.8125-7800 denisekelen@rossicomunicacao.com.br

Rossi Comunicação +55 11 3262-0884 www.rossicomunicacao.com.br

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Lean Manufaturing

Lean Manufacturing é uma expressão que significa Manufatura Enxuta, utilizada para definir o Sistema Toyota de Produção. Ela trata-se de uma abordagem sistemática que tem o propósito de identificar e eliminar o desperdício, ou seja, o que não agrega valor à produção e à todo o processo que o envolve. Essa abordagem se desenvolve por meio da melhoria contínua, buscando a máxima qualidade, necessitando principalmente de funcionários motivados, satisfeitos e comprometidos para ser aplicada.

A essência do Lean Manufacturing consiste na redução de desperdícios, sendo definido e fundamentado em 7 itens por Taiichi Ohno durante seu trabalho desenvolvendo o sistema enxuto da Toyota: defeito, transporte, movimentação, excesso de estoque, excesso de produção e mau ou super processamento. Por meio da análise desses itens é possível observar quais e onde acontecem os desperdícios que não agregam valor ao produto ou à produção, podendo e devendo ser combatidos na busca da satisfação do cliente:

  • Espera: tempo de espera por pessoas ou entre a solicitação e recebimento de recursos, como equipamentos, materiais, ferramentas e informações;
  • Defeito: todo e qualquer defeito em produtos, que possuem como consequência os custos necessários à empresa para reparo ou retrabalho e o impacto negativo que este causa no cliente;
  • Transporte: todo e qualquer movimento desnecessário, mal planejado ou mal executado, causando desperdícios de tempo ou de combustíveis, por exemplo;
  • Movimentação: todo e qualquer movimento desnecessário, mal planejado ou mal executado por pessoas para busca de recursos, equipamentos, materiais, ferramentas e informações ou até mesmo a ausência de movimento, comumente identificado como absenteísmo;
  • Excesso de estoque: existência de matéria-prima em quantidade superior à necessária, causando desperdícios de recursos e revelando problemas de planejamento na compra desses recursos e/ou nos processos em que são utilizados;
  • Excesso de produto final: produção em quantidade superior à requerida ou necessária para atender o cliente;
  • Mau ou super processamento: operações que não agregam valor  ao produto, como procedimentos desnecessários, excesso de embalagem, excesso de informação, operações ou detalhes sem propósito ou utilidade, entre outras. Basicamente é tudo aquilo em que não é percebido valor pelo cliente.

A excelência em planejamento e execução de processos requer medidas ou abordagens de gestão que valorizem e otimizem cada etapa, recurso ou pessoa envolvida nesses processos. Dessa forma, o Lean Manufacturing se mostra uma excelente ferramenta para esse propósito, reduzindo todo e qualquer desperdício na produção e agregando valor aos produtos, às operações e até mesmo à empresa que a implementa e executa com eficiência.

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Novo site TROYA

A TROYA está em constante evolução e desenvolvimento. Por isso, ela investiu no desenvolvimento de sua nova plataforma digital, buscando também estabelecer e solidificar sua imagem e identidade visual.

O novo site da TROYA apresenta claramente quem ela é, o que ela faz e o que busca. Por meio de uma interface simples e amigável, harmonizada pela identidade visual da empresa, a plataforma dá uma roupagem moderna à sua presença no ambiente virtual. O acesso às suas áreas de atuação, soluções e News é ágil e rápido, descrevendo a presença e a busca por oportunidades da TROYA nos diversos segmentos da engenharia, como o aeronáutico, aeroespacial, automotivo, agrícola, entre outros.

Uma interface pensada e desenvolvida para oferecer facilidade e qualidade de acesso aos nossos clientes e colaboradores, sendo, portanto, mais uma ação dos valores da TROYA.

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TROYA em nova sede

Crescimento e evolução. Busca por novos desafios e por diversificação. O desenvolvimento requer novas etapas, novas fases e novas experiências. Por isso ele vem sempre acompanhado por mudanças.

Onze anos após sua criação, em 2005  na “INCUBAERO”, incubadora localizada no ITA, a TROYA continua crescendo, se desenvolvendo e se ampliando. Foi por isso que, no final de 2015, ela decidiu se instalar no Parque Tecnológico de São José dos Campos, inaugurando um novo espaço destinado aos seus Serviços de Engenharia.

A instalação da TROYA no Parque Tecnológico vai proporcionar uma diversificação de mercados, aumentar a interação com as empresas locais e permitir uma constante evolução para a empresa, desenvolvendo e atualizando uma visão global através da participação em Simpósios e Feiras Internacionais, bem como treinando e capacitando seus funcionários com novas tecnologias e desafios.

Crescimento e evolução. Este é o início de uma nova etapa para a TROYA, agora também presente no Parque Tecnológico de São José dos Campos.

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